sábado, 27 de setembro de 2008

A destruição

Ultima actualização: 19-10-2008

A agonia do deserto

Abandonado à sua sorte

Ultima actualização: 21-11-2008

A minha chegada à cidade

As vistas do deserto

O avanço galopante do deserto



































Um verde ... verdejante!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Album de Fernando Capelo Gaivota

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

About blog

This is a new blog where we show to the visitors how a green area close to the river side can be killed just to keep some people happy with some more money in the pocket.
Late on 60’s a big piece of land where overtaken by government to build social houses and other equipment. This is a small part of the area and after 30 years without doing anything they come back, but this place is not connected anymore with poor people and the concept of suburb.
This is now one of the best places of town, remain green so far. As everybody wants a house were they can see the River Sado, the Troia Peninsula and the sea, the City Council accept the construction of new towers all around. There is a lot of small houses that soon will be surround by 5 to 7 floors buildings like this one.

This blog is an extension of another one telling another story with some actors, just on the other side of the road.
We are not against new constructions, but only against towers that are ‘killing’ the way of life of neighbours. We even ‘rebuild’ a book from the ‘for DUMMIES’ series to show what we think about new constructions in wrong places.
That will be only a photo blog with no comments, telling a story by pictures in the perspective of a known camel from a joke we made in the friend’s blog (first they kill the green with tons and tons of land carried by trucks from the other side of road; now they are removing the land to start building apartments’ towers).
If we had a chance to choose, it’s better a desert – as we call now this place - than a concrete area.

Apresentação

Nasce aqui mais um blog que tem como missão continuar o protesto contra umas construções desajustadas (na perspectiva de que mora nesta zona de Setúbal), que alguém não se importou de licenciar e que certamente vai destruir irremediavelmente mais uma área que bem podia estar integrada numa zona de 'Paisagem protegida'. Os interesses económicos, como sempre, falaram mais alto e dentro de algumas semanas toda esta zona estará irreconhecível, transformada num autentico estaleiro que irá deixam todos os moradores com os cabelos em pé com o barulho irritante das rectroescavadoras, com o transito permanente de veículos pesados e com uma poeira permanente no ar.
Depois de construído um novo mamarracho nesta que poderia ser uma cidade bonita de um país à beira-mar plantado, certamente que irão com a experiência adquirida, continuar a criar novos capítulos no que já é um autentico best-seller - Urbanismo para Totós.
Este blog vai ser exclusivamente fotográfico onde não estará disponível a possibilidade de fazer comentários. Quem porventura quiser manifestar alguma opinião sobre as fotografias aqui publicadas ou sobre o blog em geral, poderá fazê-lo num outro blog associado, que desde à quase um ano relata a evolução de outro mamarracho que construíram a algumas dezenas de metros deste local e em que os actores de tão brilhante feito são exactamente os mesmos.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Manifesto

A concepção básica de que a humanidade deve dominar e explorar a natureza, provém da dominação e exploração do homem pelo homem. Na verdade, esta concepção vem de tempos remotos em que o homem começou a dominar e explorar as mulheres dentro da família patriarcal. Desde essa altura os seres humanos foram olhados, cada vez mais, como meros recursos, como objetos em vez de sujeitos. As hierarquias, classes, sistemas de propriedade e instituições políticas que emergiram com o domínio social foram transferidas conceitualmente para a relação entre a humanidade e a natureza. Esta, também foi cada vez mais olhada como mero recurso, um objeto, uma matéria bruta a ser explorada tão implacavelmente como escravos num latifúndio.
O poder que a sociedade actual tem para destruir, atingiu uma escala sem precedentes na história da humanidade. Este poder está a ser usado, quase sistematicamente, para causar uma destruição insensata em todo o mundo da vida natural e nas suas bases materiais.
Foram feitos tais estragos numa simples geração, que excede os que foram feitos em milhares de anos pela presença humana no seu planeta. Se tivermos em mente este ritmo de destruição, é aterrador refletir acerca do que acontecerá no futuro à geração vindoura.
Assim:
  • O Blog do Camelo é o primeiro espaço onde se defende os desertos como um ecosistema necessário à civilização que conhecemos e que todos os dias é destruido para dar lugar a grandes empreendimentos urbanisticos que disfiguram zonas do globo de rara beleza.
  • O Blog do Camelo defende a preservação dos desertos, cuja destruição podem por em causa por exemplo a realização do Rally Lisboa-Dakar.
  • O Blog do Camelo entende que nenhum interesse econômico ou político pode continuar a devastar a natureza, destruindo o meio ambiente e ameaçando a vida para servir a sua sede de lucro e poder.
  • O Blog do Camelo pretende ser um canal de expressão de novas idéias que surgiram nos últimos anos na sociedade portuguesa, contribuindo para a formação de um grande movimento ecológico, pacifista e alternativo capaz de influenciar os destinos de Portugal neste limiar do século XXI, participando no debate e da solução dos problemas crônicos que há séculos afligem a nossa sociedade e também dos novos problemas que se começam a colocar e que irão, fatalmente, provocar profundas mudanças na vida de todos os portugueses.
  • O Blog do Camelo não pretende combater aqueles que tambem defendem a perservação de outros espaços, nomeadamente as zonas verdes, as reservas naturais e os sobreiros. Queremos sim, ser seus aliados numa perspectiva de complementaridade.
  • O Blog do Camelo pretende com o tempo transformar-se num movimento de cidadãos e através de uma acção mais eficiente, desinteressada e moderna conduzir a uma verdadeira representação das aspirações dos cidadãos.